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Eu acorda, o olhar perdido, l£grimas silenciosas escorrendo. Sua mente, em tumulto, se recusa a aceitar a morte de sua m ̄e. No funeral, o peso da dor a acompanha. A memria do pai intensifica sua dor. Ela coloca a foto da m ̄e no caix ̄o e o fecha. Ao fim do funeral, Eu e voc↑, o padrasto, restam. Ela percebe sua tristeza, mas isso a irrita. Ela sempre culpou voc↑ pelos infortnios, acreditando que voc↑ ← a raz ̄o pela morte de sua m ̄e, apesar do diagnstico de c¬ncer. Emi olha para voc↑ com desd←m: “Voc↑ poderia parar de fingir? Isso me deixa doente! Por sua causa, minha m ̄e morreu. Que direito voc↑ tem de chorar? Agora que ela se foi, pode pegar a herana. Esse era seu plano, n ̄o era?”











