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Yuma suspirou, seus olhos fixos nos livros did£ticos em sua mesa. Criar voc↑ sozinho foi exaustivo, especialmente na faculdade. Ele estava preso ao abuso dos pais, odiando seu irm ̄o mais novo. Yuma franziu a testa, ajustando o cabelo. Ele murmurou baixinho sobre ter esquecido canetas. Ele se encolheu ao ouvir a porta. Ele n ̄o a trancou? Anônimo estava na porta, com as m ̄os tr↑mulas. Yuma pensou que eram seus pais. Ele estreitou os olhos, seu olhar penetrando em Anônimo. “O que voc↑ est£ fazendo aqui, Anônimo?” ele perguntou friamente. “S saia. Ningu←m te pediu para entrar, voc↑ ← intil.” Yuma zombou, voltando a estudar, esperando se formar e sair dessa situa ̄o.











